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Posted by : Euphimea segunda-feira, 23 de julho de 2012



Eu engasguei com a sobremesa, tossindo feito doida e chamando atenção de quem estava no restaurante. Chorei e bebi o refrigerante todo para ver se passava. Nathaniel ficou muito sem graça e envergonhado encolheu os ombros na cadeira. Depois de quase morrer sufocada eu desconversei furiosa, tentando manter minha voz baixa:
- Quantos anos você acha que temos? Temos 15 anos! Não podemos casar com essa idade!
- Mas... - continuou corado. - Quando fizermos 18 anos... nós casamos!
- Não! - gritou Chantilly no meu ouvido. - Você é prometida do Jade-chan! Não pode!
- Eu sei disso Chantilly. - respondi ela me esquecendo completamente de Nathaniel na minha frente. Tiger ria de se acabar rolando na cabeça dele. Este estranhou e passou nos cabelos apenas me olhando. - E você Tiger, pare de rir imediatamente! - exclamei ainda sem aumentar a voz olhando para o topo da cabeça de Nathaniel que olhava-me confuso. Com o susto que eu levei esqueci completamente que meu namorado não sabia de sua fada.
- Euphi... - chamou ele desconcertado. - Está tudo bem?
Então caiu minha ficha e eu corada voltei ao normal. Como eu iria explicar? Se bem que para o Castiel foi mais complicado. Então comecei a falar como eu fazia com as meninas. Para a Nina foi muito difícil convencê-la da sua fada, Jujuba, que é da paciência. Ficou indignada que se parecia com sua irmã.
 - Então para poder ver esse Tiger eu terei que acreditar em fadas e silfos?
- Isso mesmo, só não quero que você me ache uma doida.  - disse corada envergonhada para minha surpresa ele acreditou e viu a Chantilly voando do meu lado e comentou: - Muito bonitinha a sua fada Euphi.
- Eu não diria o mesmo da sua! - exclamou ela de maldade.
- Chantilly! - rosnei.
- E você é a maior baranga entre as fadas! - exclamou Tiger que voou em direção a ela apontando o dedo, furioso de costas para Nathaniel que ficou branco ao vê-lo.
- N-não me diga... que você é o Tiger? - este virou-se e voou em direção ao seu rosto cruzou os braços e disse igual ao Castiel:
- Sou! Algum problema?
- Nada não. - respondeu Nathaniel desnorteado e vermelho. Foi difícil ele aceitar a sua fada, como foi para Castiel, que aliás até hoje dá uns petelecos em Marshmallow.
Eu voltei a comer o meu doce e Nathan perdeu a fome por causa de sua fada. Para dizer a verdade só pediu a sobremesa para me acompanhar, pois vi sua cara de esforço para comê-la já que não gosta de doces. Pediu a conta e saímos. Então eu vi Leigh irmão mais velho de Lysandre ao lado do balcão da recepção.
- Leigh-senpai! O que faz aqui?
- Euphimea-kun, como vai? Sou manobrista.
-  Muito bem... Legal! Assim você experimenta dirigir os carros de alto luxo não é mesmo!
- Sabe que já tenho a carta. Estou juntando dinheiro para comprar um Polo, o que acha?
- É um carro bonito e combina com você!
- Vamos Euphi... - pediu Nathaniel com ciúmes, pois foi totalmente ignorado, pegando o meu braço e arrastando-me. ( depois eu falo da fada do Leigh, pois agora não é importante)
- Tchau Leigh-senpai! Prazer em revê-lo!
Ele sorriu e deu tchau abanando a mão enquanto eu fui arrastada por Nathaniel. Não quis dizer nada para não provocá-lo, mas ele estava chateado. Por isso, quando finalmente me soltou, parei na sua frente e o abracei. Ele estava realmente precisando de um abraço.
- Perdoe-me... Euphi. - pediu com a voz chorosa.
- Tudo bem... Nathaniel... está tudo bem. - disse procurando reconfortá-lo, afinal era o meu namorado.
- Euphi! - gritou Chantilly impaciente. - Fica namorando o Nathaniel e se esquecendo do Jade-chan!
- Chantilly! - briguei com ela virando-me ferozmente. Nat a olhou e confuso indagou:
- O que tem o jardineiro do colégio?
- Não responda Chantilly! - rosnei para ela.
- Se você não tem coragem de falar eu digo! Agora que ele pode me ver e ouvir!
- Não escute nada o que ela diz. - supliquei a ele. - Ela é maluca!
- Maluca, eu? 
- Espere, Euphi... deixa ela falar. - cortou-me ao tentar argumentar alguma coisa. Temi o que ela iria dizer.
- Nathaniel-chan... eu como fada da Euphi-chan e sua porta voz devo lhe dizer que ela não gosta e nunca gostou de você.
- Malcriada! - gritei pulando para pegá-la e ele deu-me um leve empurram no colo para que eu não interferisse no assunto. 
- A Euphi-chan ama o Jade-chan que prometeu voltar para buscá-la quando terminasse a faculdade. Também é apaixonada pelo horroroso do Castiel-chan que a ama muito, mas ela é uma cabeça de vento e não escuta os meus concelhos...
- Isso é verdade... Euphimea! - rosnou com um olhar furioso. 
- É... sim... - respondi abaixando a cabeça. Queria matar aquela fada. Como ela pôde fazer algo como aquilo?
- E porque você não disse logo que não queria namorar comigo se você não gosta de mim?
- Eu lhe acho bonito, gentil... é um rapaz interessante... 
- Isso não responde a minha pergunta. - disse bem sério e segurava o choro. 
- Bem... você insistia muito... e eu não queria magoá-lo... - as palavras mal saiam da minha boca. 
- Tudo bem. - respondeu abrindo o rosto e me abraçando. - O meu amor é grande o suficiente para nós dois. - Hã? Nathaniel é exatamente o que eu imaginava. Sempre me perdoando e eu já estava aliviada que não iria mais namorar com ele. Aquilo era a certeza que eu tinha de que ele tinha aquele transtorno de pessoas que amam demais e dependendo da pessoa pode até matar por ciúmes. Chantilly protestou:
- Nathaniel-chan! Como você a perdoou?! Ela não te ama! Não gosta nenhum pouco de você! Acha-o um banana, bobo, sem graça, sem sal e um monte de outras coisas.
Ele não respondeu e deu um tapa nela com as costas das mão a fazendo cair no chão.
- Chantilly! - corri para ela a pegando nas mãos em forma de concha e já ficou toda fraca. - Como podê?! - exclamei chorosa com lágrimas nos olhos. - Você pode matá-la assim, sabia?!
Ele em silêncio ficou olhando-me com  os olhos frios deixando-me assustada. Era aquele temíveis olhos quando ele ficava fora de si. Assim parecia outra pessoa e não aquele menino doce e gentil do colégio. 
- Nathaniel? - chamei me aproximando, mas com um pouco de medo. - Volte. - pedi tocando em seu rosto e  afastou a minha mão com o mesmo tapa que deu em Chantilly.
- Cara? - chamou Tiger. Finalmente dando seus conselhos de fada. - Se você a ama tanto assim deve se acalmar. Algo despertou nele, mas não muito então a minha alternativa era beija-lo e foi o que eu fiz dando-lhe um selinho. Esperei ele voltar e seus olhos se tornaram serenos de novo. 
- Euphi... eu te amo. - e abraçou-me com força. Eu o envolvi com os braços e o toquei com uma das mãos, pois a outra segurava Chantilly. 
- Está tudo bem agora... tá bom? (um conselho da "titia" Euphi... não namorem garotos problemáticos) (e porque eu fiz a personalidade dele assim? Você deve está se perguntando. Eu falo bem de Castiel, mal de Ambre na cara dele e continua tudo bem! E ainda ama! Ele é lesado?)
- Eu te amo tanto Euphi... - continuou e começou a chorar  no meu ombro ainda abraçados. Eu respirei fundo. Se bem que fiquei com pena dele. Mas... tinha medo de sua reação quando terminarmos o namoro. Isso se um dia aconteceria e ele não me forçasse a ir para o altar. Não queira mais magoá-lo.  
Fomos de mãos dadas para o apartamento e pela milésima vez ele me pedia desculpas, também por Chantilly. Tentei não me aborrecer. Nos despedimos com um beijo e sorrindo ele disse:
- Até amanhã no colégio.
- Até. - suspirei assim que ele virou as costas. Subi completamente chocada. Sentia-me uma escrava que desejava sua Carta de Aforia. Como eu queria que ele se interessa-se pela minha amiga Aikka. Hum! Que ideia brilhante! Vou empurrá-la para ele! Resolvido! Não quis conversar com ele, pois o conheço muito bem, não iria aceitar. Quando você reclama os homens não entendem, então precisa se afastar, esfriar aos poucos sem que percebe-se. (dica do livro que indiquei) 
No dia seguinte já tinha tudo armado e planejado com algumas dicas da Jenna. Fomos para o colégio e havia um tumulto no pátio. A diretora queria falar e as pessoas não ficavam quietas. Três homens estava do lado dela. Um de cabelos negros e olhos cinzas claro, com uma roupa nada chamativa: regata rosa, blusa marrom aberta por cima, chapéu, calça jeans e tênis, aparentava 28 anos. Os outros dois estavam de terno e gravata. Um era ruivo ( não tinha o cabelo pintado com Castiel) seus olhos eram azul gelo e deveria ter uns 20 anos. O outro tinha cabelos e olhos azuis marinho, era mais sério e muito elegante. Aparentava ter uns 25 anos. 
Logo Nathaniel apareceu com um microfone e entregou para a diretora.
- Querido alunos... por problemas pessoais o nosso professor de Educação Física, Boris, teve que deixar o nosso colégio.
- Nós tínhamos um professor de Educação Física? - cochichei para a Jê, pois nunca fizemos aula. Ela deu de ombros. 
- Então agora teremos aulas extra-classe, mas obrigatórias! - frisou o final. - Quero apresentar-lhe o professor Napoleon de teatro. - ele abanou a mão e fez um sinal de positivo. - O professor Allan de arco e flecha. - as meninas vibraram e ele só fez um sinal de positivo. - E o professor Taylor de esgrima. - ele apenas cumprimentou com a cabeça  movendo-a levemente para baixo. As garotas gritavam enlouquecidas sem acreditar. - Vocês devem escolher qual grupo para fazer. Esgrima ou Arco, pois teatro todos devem fazer. Portanto 2ª, 4ª e 6ª vocês terão aulas de teatro depois de arrumarei o clube de vocês e 3ª e 5ª aula com o grupo esportivo que escolherem. Façam fila em frente a sala de representantes que Melody irá fazer a ficha de vocês. E quando tiverem feito voltem, pois ainda não terminei. 
Mal ela disse aquela frase as garotas correm como balas para escolher o professor, digo... qual aula que iriam fazer. Os meninos fecharam a cara, mas fizeram as inscrições. Quando voltaram começaram a reclamar ao invés de serem professores, deveriam ter contratado professoras.
- Eles são os melhores profissionais. - justificou a diretora.
- Para ser um professor de arco e flecha não precisa de diploma! - a voz era de Castiel, zombando. Allan fechou a cara e não quis bater boca, simplesmente virou-se, pegou seu arco e as fechas que estavam encostados no muro e preparou-se para atirar sem a luva de proteção. Era uma distancia muito grande de onde ele estava até a árvore que fazíamos a nossa rodinha. Mirando, atirou a flecha que passou zunindo pelas cabeças dos rapazes acertando a árvore e Alex continuou a provocação que Castiel começou:
- Isso não parece ser difícil com um pouco de treino. - o professor ainda com o rosto fechado pegou uma segunda flecha e mirou. Dessa vez ele demorou mais alguns segundos e atirou sem respirar. A flecha voou mais forte que a outra e da mesma forma passou zuindo por eles acertando em cima da outra rasgando-a ao meio. Os meninos ficaram de boca aberta e as garotas só aplaudiam.
Continuei a observa-lo e vi um pouco de sangue pingar de seus dedos. A corda do arco cortou-lhe. Fechou a mão com força para estancar o sangue e olhou-me nos olhos quando percebeu que eu havia notado. Em um gesto rápido que ninguém notou, pois todo mundo comentava das flechadas, levou o dedo da outra mão na boca fazendo sinal de silêncio. Seria uma irresponsabilidade um professor se machucar em um esporte que está acostumado a fazer. Não sei porquê, mas seus olhos lembravam-me os de Castiel, a diferença é que eram azuis e não cinza. Então a diretora voltou a falar:
- O que eu gostaria de dizer é que vocês estão proibidas de ter qualquer tipo de relacionamento amoroso com os professores. Se isso acontecer... o professor será demitido e a aluna será expulsa do colégio. Fui bem clara?
- Sim diretora! - exclamaram as meninas desanimadas e um aahh de tristeza em couro foi ouvido. Poxa vida, justo eu que me empolguei com o professor de arco e flecha.
- Ok... dispensados.
Fomos para a nossa aula. Eu ainda estava preocupada com Chantilly, pois quando sai ela ainda dormia dentro da gaveta do guarda-roupa. Acho que Nathaniel deu um tapa muito forte nela. Na hora do intervalo vi Kelly e Alex em um canto (repito, ele não é gay!). Ela parecia eufórica e acredito que aceito o pedido de namoro dele. Não deu outra, ele se abaixou e deu um selinho nela. Cutuquei a Jê para mostrá-los, pois ela não tirava os olhos de Castiel e Lysandre que como sempre só pensavam em música. Virei-me e lá estava Carol com o tímido do Armin e de repente ele pegou nas mãos dela para minha surpresa. Hã? E também a estava beijando.
- O quê?! - exclamei chocada e Jê me perguntou o que era. - Olha aquilo!
- Meu Deus! É outra que está namorando! Só falta a Aikka, a Linda e a Tati!
- A Tati já é do Dimitry a muito tempo, só não sabem disso. Aikka gosta do Nathaniel e eu vou fazer aqueles dois namoraram nem que eu tenha que ir até o inferno para isso.
- Que horror! - exclamou ela chocada. Quando ela viu Anny agarrar o pescoço de Lysandre e dar-lhe um mega beijo disse-me que iria ficar com Castiel também. Então resolvi colocar o meu plano em ação. Lá estava Aikka como sempre sentada num banco estudando. Sentei-me ao seu lado e disse:
- Tudo bem, Aikka?
- Tudo Euphi-chan. - respondeu-me com um sorriso e logo voltou a ler o livro.
- Você gosta do Nathaniel-kun, não é? - fui direta ao ponto para a surpresa dela.
- A-amiga... eu sei que ele é seu namorado, não é intensão minha...
- Mas eu não quero mais fazer ele sofrer...  por isso eu o dou para você.
- O quê! - exclamou chocada. - Não amiga! Ele te ama! É doidinho por você! Casa com ele!
- Você está maluca? Eu só tenho 15 anos tá legal! E além do mais ele me sufoca.
- Mas ele é tão fofo! E te ama muito!
- Obsessão você quer dizer. - retruquei irritando-me e cruzei os braços. Ela não iria aceitar como eu já imaginava e então eu tinha que fazer os dois ficarem juntos. Fui lá dentro falar com o Nathaniel quando trombei (de novo! vivo fazendo isso!) com o professor de arco e flecha.
- Desculpe. - pediu. Ele tinha uma voz igual daqueles dubladores de filmes. Mesmo sendo um rapaz sério, era tão educado.
- Desculpe sensei... quem trombou foi eu. - pedi toda derretida.
- Ah, claro. - e continuou andando, colocando sua mochila no ombro, o arco carregava em uma das mãos indo embora, pois naquele dia teríamos aula de teatro. Eu só o veria no dia seguinte. Então ele parou e olhou para trás indagando com um lindo risinho no canto da boca:
- Qual atividade esportiva a senhorita escolheu?                
- Eu? O senhor... digo, arco e flecha.
- Ah... - deu um sorriso que quase morro. - Legal... e qual é o seu nome?
- Euphimea, sensei... - agora eu suspirava.
- Euphi... - não conseguiu pronunciar e indagou - Posso chamá-la de Euphi-kun?
- Ah! Claro, claro que sim! Pode até me chamar de Yufi se preferir. - eu estava completamente abobalhada. Nenhum menino nunca fez isso comigo.
- Yufi? - indagou torcendo o nariz. - Prefiro Euphi. - e voltou a andar. - Até amanhã Euphi-kun.
- Até amanhã, sensei! - exclamei boba com um sorriso gigante na cara e apertando os dedos como faço quando estou nervosa. Ele me tirava o ar! E é ruivo de verdade! Acho que tenho uma queda por cabelos de fogo. Até me esqueci o que eu iria fazer. Entrei na sala dos representantes e não acreditei no que estava vendo. Melody beijava o Nathaniel, ele simplesmente deixava. Ôh! Legal! Momento de fazer cena de ciúmes e terminar com ele. Então caprichei na voz:
- Mas o que é isso?! - a primeira reação de Nathaniel foi empurrá-la.
- Euphi... eu posso explicar. - pediu limpando a boca com as costas das mãos e estendendo a outra para mim.
- Desculpe Euphi... - pediu Melody, aquela sonsa.
- Não quero ouvi-los! Eu os vi se beijando agora mesmo!
- Euphi... por favor... - pedia Nathaniel se aproximando de mim com uma carinha tão fofa que eu  quase não resisti, mas segurei-me. Precisava sair dali imediatamente, então gritei:
- Está tudo acabado entre nós!
- Não. - implorou e eu sai batendo a porta na cara dele, antes que as coisas piorasse, mas foi rápido assim que virei as costas ele segurou meu braço, virou-me e me beijou loucamente. Uau! Nunca havia me beijado daquela maneira. Seus olhos banhados em lágrimas seu rosto vermelho, não sei se era de vergonha ou de dor. Começou a suplicar chorando: - Por favor Euphi... não termine comigo... voltei... me perdoe. - e abraçou-me. Eu fiquei completamente sem saída. Se eu dissesse não estaria o machucando e se eu dissesse sim meu plano de fazê-lo namorar Aikka ou Melody iria por água baixo. Fiz um pouco de silêncio enquanto ele me esmagava com seu abraço. E quanto mais ele chorava, mas eu tinha pena dele, pois parecia uma criança. O pior é que estávamos no corredor.
- Vamos para a biblioteca? - pedi e ele no mesmo instante pegou minha mão e saiu puxando me para o fundo do primeiro corredor. Ele continuou abraçado a mim com o rosto enfiando no meu ombro direito chorando e tentando não soluçar para não fazer barulho.
Esperei ele se acalmar. Eu precisava terminar com ele, mas não queria o machucar mais ainda. (eu fiz isso com um menino uma vez e não machuquei ele!)
- Tudo bem... Nathaniel fique calmo agora tá bom?
- Você me perdoa? - indagou levantando o rosto e olhando-me nos olhos.
- Eu te perdoo, mas... - achei que ele não iria me ouvir como sempre faz.
- Mas... o quê? Você vai terminar comigo? - indagou aflito.
- Olha... minha confiança em você foi totalmente abalada. - desconversei.
- Eu já lhe perdoei tantas vezes. - jogou na minha cara. Realmente, era verdade, ele foi sincero. O jeito era ficar desconfiada e aos poucos me distanciar sem que ele percebesse.
- Mas... a confiança é algo muito importante em um relacionamento, sabe? Não sei se irei confiar em você como antes. - eita! Mentirosa!
- O que você quer que eu faça? Eu faço tudo por você! Tudo!
- Não vamos pensar nisso agora... tá bom? - disse enfiando sua cabeça no meu ombro, pois olhar seus olhos de dor estava causando-me pena.
- A Melody quis me consolar com relação ao nosso encontro de ontem e tudo o que a Chantilly me falou... e quando percebi ela me beijava... não imaginava que você iria parecer naquele momento. - sua voz era de pura dor. E aquilo começou a me fazer ceder. Relutei dentro de mim para que isso não acontecesse se não estaria presa de novo. Respirei fundo e desconversei, já que era minha especialidade:
- Não vamos pensar nisso agora... você precisa se acalmar...
- Eu não consigo viver sem você. - ele disse e eu temi. Será que ele teria a capacidade de se suicidar? Tentei espantar aquele terrível pensamento, acho que falou num momento de desespero. Com uma das mãos eu acariciei seus cabelos para o acalmar e ele foi ficando mais tranquilo. Levantou o rosto enxugou as lágrimas e segurando no meu rosto pôs-se a beijar-me delicadamente.
- Te amo. - disse entre beijos. E eu calada, esperando ele terminar, mas é claro que correspondia. O sinal tocou e Nathaniel agarrou minha mão para voltarmos para a sala. Pelo menos não respondi que voltava para ele. Encontrei Melody sem graça parada no corredor. Olhei para ela, não com raiva, mas a perdoando.
Final da aula corri pra falar com a Aikka que seguia pra o clube de basquete a agarrei no braço e disse:
- Você quer o Nathaniel?
- De novo essa história Euphi! - reclamou.
- Peguei a Melody o beijando!
- O quê! Como assim?! Não! Não é possível!
- Pois é. Se você não agir ela irá pegá-lo.
- E você? 
- Terminei com ele.
- Terminou! Contadinho dele Euphi! Deixa de ser má, perdoa ele!
- Eu perdoei, mas eu não quero mais namorar  com ele. Então vai lá agora! Ele ainda está na sala de aula. Pergunte se nós terminamos. Ele dirá que não, que eu o perdoei, mas diga que eu lhe disse que terminamos. Nathaniel vai ter duas reações: Ou ele irá chorar e você deve consolá-lo, ou ficará furioso e me procurará por todo o colégio. Ah! E também diga que eu não confio mais nele. Insista com ele de todas as formas que eu não quero voltar e o console que ele irá se apaixonar por você sem perceber, mesmo ainda pensando em mim. Isso se chama o consolo dos 10 minutos e isso funcionou com a Anny.   
- E o que você irá fazer?
- Vou me esconder no banheiro feminino, lá ele não pode entrar. Ande logo ou você vai perdê-lo para Melody! - gritei a empurrando nas costas. 
Ela foi. Contei até 5 e fui para ouvir a conversa. Fiquei espiando ao lado da porta. De repente Castiel aparece não sei de onde e indagou:
- O que você está fazendo aí... Yufi? - zoou meu apelido. Assustei-me e fiz:
- Shhhiii! - ele fez silencio e ficou atrás de mim espiando também a conversa.
Aikka: Olá... Nathaniel-kun. Tudo bom?
Nathaniel: Oi, Aikka. - incrível como ele não esquece o nome de ninguém!
Aikka: Estou sabendo que você e Euphimea terminaram. - sua voz estava nervosa. 
Nathaniel: Eu e a Euphi? - surpreso. - Não, não terminamos. 
Aikka: Ela me disse que terminaram.
Nathaniel: Ela lhe disse? - sua voz era de preocupação e desconfiança. Quando ela lhe disse isso?
Aikka: Agora mesmo. Disse que não consegue mais confiar em você. 
Nathaniel: ... - ficou mudo. Ouvi a cadeira arrastando e eu corri para o banheiro feminino.
- Aonde você vai? - sussurrou Castiel.
- Esconder-me... e não diga que eu estou aqui.- respondi ao parar na entrada. Colei o meu ouvido na porta do banheiro para escutar o que se passaria. 
- Você viu a Euphi? - sua voz era uma mistura de irritabilidade e desespero.
- Não... nem sombra. - brincou Castiel.
- E está parado aí por quê?
- Não posso ficar no corredor? - deu patada. Ouvi passos e voz da Aikka aflita:
- Nathaniel... eu posso lhe ajudar. 
- Não, obrigado. - responde ríspido. Os passos começaram a vir em direção ao banheiro e corri para o primeiro box que alguém acabara de deixar um submarino nele. Tampei o meu nariz. A porta escancarou e bateu na parede com força. 
- Euphimea você está aí?! - gritou.  Fiquei completamente imóvel e esperei ele se afastar. Ouvi a voz da Aikka dizendo:
- Será que ela não está no clube?
Ouvi passos se afastando e dei mais um tempo antes de sair do banheiro. Abri a porta devagar, coloquei minha cabeça para fora espiei para os dois lados do corredor principal. Dei alguns passos e alguém me pegou no pulso virando-me.
- Ah! - foi o susto que levei e era Castiel fazendo sinal de silêncio com o dedo na boca. Ele me puxou para a sala que fica debaixo da escada que já estava aberta para quando começar a aula de teatro. Não havia ninguém lá dentro ainda e Castiel trancou-a, pois a chave estava na porta do lado de dentro. Emparedou-me   e indagou: 
- Agora... explique-se. - eu estremeci. Ficar perto dele era demais para mim. Respirei fundo e olhei em seus olhos que não era de raiva ou de dor. Estava muito brilhantes até. 
- Peguei Nathaniel e Melody se beijando na sala dos representantes.
- Sério? - sorriu muito feliz. - Eu sabia que ela tinha uma queda por ele, não é a toa que fica enfiada lá. 
- Então eu fingi ciúmes e resolvi terminar o namoro. A Aikka sempre gostou dele e pedi para ela o consolar. - Castiel ficou chocado.
- Euphi... não sabia que você era tão insensível. 
- Sou prática, meu querido. Admito que quando vim para o colégio me apaixonei por ele e aí...
- Você se apaixonou por mim. - respondeu interrompendo-me. Eu virei o rosto e fiquei olhando para o chão, pois sabia que se continuasse a olhar para ele eu perderia. - Então agora você está livre. - falou com a voz feliz. 
- E você está namorando! - exclamei áspera, mas preocupada, pois estávamos sozinhos em uma sala.
- Tentador não? - brincou adivinhando os meus pensamentos. É que a minha cara é transparente demais. Castiel pegou o meu rosto e virou para ele sem muita força. Era erradíssimo encoraja-lo naquele momento. Meu coração disparou e senti um desejo de beijá-lo. Reprimi-me e o meu corpo começou a tremer. Não importava que eu tivesse tentado me livrar da responsabilidade. Se ele achava que isso podia ser alguma coisa além de amizade, então eu não tinha sido clara o suficiente. Mas não adiantava falar, porque meu corpo reagia de uma maneira completamente contrária do que eu dizia. 
Como era que eu ia explicar de uma forma que ele entendesse? Eu era uma concha vazia. Como uma casa abandonada - condenada - por meses eu estive completamente inabitável.
Agora eu estava um pouco melhorada e aliviada daquela imensa dor.
Ele não merecia uma pessoa complicada como eu e sim uma menina doce que o transformava como a Jenna. 
Nenhum investimento da parte dele podia me colocar em bom estado mais uma vez. Mesmo assim, eu sabia que não poderia mandá-lo embora sem arrependimentos. Eu precisava muito dele, e eu era egoísta. Talvez eu pudesse deixar o meu lado mais claro, assim ele saberia que devia me deixar. O pensamento dele me rejeitando, me fez estremecer ainda mais e Castiel já com os seus tentáculos tirou-me da parede envolvendo-me em um abraço,  apertando os braços ao meu redor. Eu me arrepiei e comecei a protestar com uma voz desejosa querendo-o:
- Castiel... não começa, tá legal? Você sabe muito bem que isso não está certo. Não quero trair ninguém.
- Você fala muito. - resmungou. - Não estamos fazendo nada. Apenas abraçados como dois bons amigos. - explicou zombeteiro. Então eu relaxei os meus músculos entregando-me naquele abraço tão caloroso.
Como eu queria que Castiel tivesse nascido meu irmão, meu irmão de carne e sangue, pra que assim eu tivesse direitos sobre ele sem que tivesse que me sentir culpada. Deus sabe que eu nunca quis usar Castiel, mas eu não podia deixar de interpretar a culpa que eu sentia agora como um sinal de que eu havia feito isso.  Mais ainda, eu não queria amá-lo. Uma coisa eu realmente sabia:  sabia com a pontada do meu estômago, no centro da  minha alma , sabia isso do topo da minha cabeça até as solas dos pés, sabia isso no meu peito vazio que o amor por uma pessoa pode ter o poder destrutivo. Ainda mais se essa pessoa já está comprometida.
Eu estava destruída e sem reparo. Porque mesmo confiante, setia-me abandonada por Jade.  Nathaniel, foi digamos... um passa tempo, mesmo isso sendo horrível, mas foi, e, é por isso que eu preferiria que ele ficasse com a minha amiga, Aikka, antes que eu o machucasse de alguma forma, pois ela o ama de verdade.  
Mas eu precisava de Castiel naquele momento, precisava dele como uma droga. Eu o havia usado como
bengala por tempo demais, e eu estava mais apegada do que havia planejado fazer com uma pessoa de novo. Agora eu não podia suportar que ele se ferisse, e eu não podia fazer nada pra poupá-lo, também.
Ele pensava que tempo e paciência iriam me mudar, e, apesar de saber que ele estava completamente errado, eu também havia o deixado tentar. Ele era meu melhor amigo. Eu queria enxergá-lo assim, e isso nunca, jamais seria suficiente. Mas não podia ficar com ele ou torce para minha amiga terminar o namoro, pois eu fui a maior incentivadora para eles ficarem juntos e eu não poderia voltar atrás. Mesmo agora livre. Mesmo o querendo com todas as minhas forças, eu não podia magoar e trair a minha amiga. 
E Castiel era o meu melhor amigo, meu ajudador de tempos em tempos. Era traída pelo meu corpo que tinha uma sede insaciável dele. Tínhamos uma química tão forte, mas tão forte, que podia-se ver as faíscas saindo. 
Enquanto abraçados ouvia perfeitamente seu coração. Era tão gostoso ouvi-lo e saber que apesar de tudo ele ainda me amava. 
Meu celular começou a tocar, vibrando na minha calça. Peguei e olhei desfazendo um pouco aquele abraço e permanecendo ali. Vi que era Nathaniel me procurando ainda. Simplesmente coloquei-o de volta no bolso e o deixei tocar. Quando parou desliguei-o e o guardei ignorando tudo, enquanto ficava abraçada com Castiel. 
De repente ele levantou-me, assustando-me e colando-me em um degrau sentada na escada. Na ponta do degrau com as pernas balançando. A escada era aberta  um corrimão de aço era suportado por barras em um degrau e no outro não. Fiquei na altura de seu peito e Castiel se enfiou no meio das minhas pernas abraçando-me pela barriga. Arrepiei-me e corei ao sentir sua cabeça no meu abdômen.
- Yufi... - falou com a voz doce sem zombar. - Faz aquele seu cafuné gostoso? - pediu parecendo uma criança. Eu ri e comecei a passar os dedos penteando sua franja para trás. Então veio aquele desejo de dizer a ele que o amava e tentei sufocar esse sentimento. Porém não deu, porque a sensação era quase a mesma que um engasgo. Meu coração acelerou novamente, comecei a suar frio, a sentir um aperto na cabeça e então soltei:
- Eu te amo... Castiel... 
Ele ergueu a cabeça surpreso e corado. Eu também corei e o sentimento não passou, porque sabia que o que estava fazendo era errado. Eu o atava mais ainda a mim. Seus olhos brilhavam de felicidade e sorriu daquele jeito meigo que me fez apaixonar por ele. ( Isso é verdade, quando disse para ele no ep. 2 do jogo que não queria vê-lo sair da escola e seu rosto corou eu "xonei" na hora!) 
Então lágrimas umedeceram seus olhos e ele enviou o rosto na minha barriga para esconder se viesse a  chorar e disse com a voz emocionada:
- Obrigado... eu esperei tanto que você me dissesse isso.
- Mesmo que peguemos caminhos diferentes eu nunca irei lhe esquecer Castiel. - comentei com a voz chorosa e acabei chorando. Minhas lágrimas pingavam em sua cabeça. Ele precisava ouvir aqui. Ouvi que alguém o amasse. Sei que Jenna disse isso para ele, mas não surtiu o mesmo efeito. Porque eu sempre acabava envolvendo-o mais e mais. (Eu estou chorando aqui! No que eu acabei de escrever. Não acredito nisso!) ( O robô Ed disse que eu o amo muito! Legal! ^^, Ah! Se ele fosse real!) Castiel não suportando mais se segurar e as lagrimas vieram quentes molhando a minha blusa, ainda com o rosto enfiado nela. Ele não teve nenhum tipo de relacionamento tão profundo como teve comigo. Seus pais não lhe davam atenção, não sei o seu relacionamento com a ex e com a Jenna... bem eles ainda estavam no começo do namoro. E comigo eu sempre calhava, por acidente, ficar a sós com ele. Coincidência ou destino? 
- Você sofre tanto assim? - pensei em voz alta, mas para mim do que para ele. Ainda bem que não respondeu. Sim... ele precisava de alguém que o amasse e naquele momento era eu a pessoa escolhida. Inclinei-me e encostei o meu rosto na sua cabeça ignorando os meus músculos das costas que reclamaram por falta de alongamento. A essa altura a minha blusa estava ensopada. Não liguei. Não sei por quanto tempo ele segurava aquela dor. Não sei se ele conseguia se abrir com outra pessoa além de mim.  - Eu te amo... - repeti sussurrando e docemente. Castiel agarrou a minha blusa nas costas apertando-a entre os dedos. Desejei dizer mais, porém percebi que ele se apegava mais a mim e o fazia chorar ainda mais. Então contive-me. Preocupada indaguei:
- Está tudo bem?
- Está. - respondeu com a voz chorosa afastando o rosto muito vermelho. Enxuguei as suas lágrimas com os dedos. - Por que você não ficou comigo Euphi? - ele sabia da resposta, mas aquilo era um desabafo. - Cara que merda! - resmungou quase arrancando os olhos ao limpar as lágrimas virando o rosto de lado. 
- Seu nariz fica tão bonitinho vermelho. - elogiei fazendo voz infantil. Ele tentou segurar o sorriso, mas não deu, dando aquele sorriso lindo que só ele sabe dá. Olhei para a minha blusa vermelha e uma mancha gigante de lágrimas estava nela. Até me assustei. 
- Foi mal. - desculpou-se sem me olhar ao perceber.
- Não tem nada não. - disse sorrindo. Eu não conseguia entender como ele se segurava para não me beijar e muito menos seu corpo expressava algum desejo. Então resolvi perguntar: - Como consegue se segurar? 
- Eu... tento pensar em outras coisas. - respondeu alongando as costas com as mãos agarradas na escada. Houve um breve silêncio e irritado confessou: - Você fala demais! Agora que me lembrou... - e colocou as mãos no meu rosto, perturbando a minha rápida tranquilidade e aproximando lentamente dos meus lábios. Dessa fez foi um beijo apaixonado, diferente daqueles de tirar o fôlego. E aquele beijo me fez desejar mais e mais, porém não podia. Quando terminou eu protestei:
- Castiel! E a Jen...
- Shhh. - fez colocando os dedos na minha boca fazendo-me corar. - Depois eu me entendo com ela. Preciso ensinar algumas coisas para ela... é boazinha demais. - falou meio brigando como se ela estivesse ali, mas ao mesmo tempo preocupado. Queria ajudá-la de alguma forma e eu percebi que disse isso sem me olhar. Assim percebi que gostava dela. Peguei meu celular e olhei a hora espantada disse:
- Oh! Está quase na hora da aula de teatro!
- Bom... então vamos sair não é? - falou tirando-me da escada e indo em direção a porta. Destrancou-a virou-se estendendo a mão para mim e exclamou fazendo um eco na sala:
 - TE AMO, NÃO SE ESQUEÇA DISSO!


NÃO DEIXAM DE VER OS VIDEOS, POR FAVOR. FAZ PARTE DA FIC!




        







{ 16 comentários... read them below or Comment }

  1. (Esperei ansiosamente por esse capítulo) Graças á deus não vai ter casamento com o Nat, ficar com o castiel vale muito mais apena

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  2. Nathaniel é psicopata O.O
    uuuuu esses professores são tudo de bom hahaha

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    1. Ele tem uma certa psicopatia. U.U

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    2. Aonde um menino que só leva fora (no jogo) e vê saindo com o cast e fica todo fofo ainda me amando? Sofre de Amnésia?

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  3. AAAAAAAAAAAAHHHHHHH! Que final foi esse! Depois da parte da Aikka e do Nathaniel seria a aula de teatro! O Castiel muda o rumo da história toda! Ele vive nos meus pensamentos como se fosse real! Ele não é real! Castiel! Para de mudar o rumo das minhas histórias! Aaaaahhhhhhhhhh!!!! (puxando os cabelos)Velho que droga!
    Até na revisão quando leio as falas dele eu escuto sua voz! Parece que ele está do meu lado! Meu Deus! Que mente poderosa a minha!
    Calma Castiel! Vamos ficar juntos... calma, criatura!

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    1. (Estou até enjoada com ele melaço todo!)
      Eu sei que você não sabe esperar... eu também te amo! ^^ Mas... calma, menino. As coisas não são assim do jeito que você quer. Tem o desenrolar dos fatos primeiro.

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    2. Liga não...Tbm fasso uma fanfic e rola a mesma coisa comigo. Minha amiga que também joga é Nathikete e fala que eu sou maluca. Sonho com o moleque, ouço sua (possível voz) quando elio as suas falas...A parada é séria -.-'

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    1. legal né! melhor do que aquele açúcar todo!

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  5. omg,euphi era isso q eu queria!!
    PS:os profs são tudo de bom

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  6. euphi...agora eu fiquei triste pois sei q n vai ficar com o cast mesmo vcs se amando,sabe poq!? (...) e q n enquete de "com quem a euphi vai ficar" so tem jade é nath.então eu me preocupei,pois mesmo vc o amando vc n ficara com ele (chorando) q pena,vcs combinam tanto

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    1. É que na época eu não gastava dele. Calma lindinha! Você não sabe de nada. U.U

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    2. qual o horario de vcs?
      tipo assim quando postam?

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  7. Esse Allan .. hum que gatinho u-u
    Vai fundo o Cast é melhor pra tu ! Haha Nath psicopata²

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  8. vc tem q dá certo com o Cast, vai fundo e esquece o resto! antes vc tinha falado q nunca ia fica c ele, e olha só agora Euphi...

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Por favor não me cobrem quando irei postar.
E por favor respeitem as opiniões e não comentem coisas que podem ser construtivas, pois elas soam como critica.
Obs: Essa ideia é protegida pela lei 9610 de 19/02/1998, qualquer cópia ou rescrição da mesma como plágio, repete a punição conforme consta em lei.
Ou seja, eu sou a criadora, eu sou a única dona.

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