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Posted by : Euphimea quinta-feira, 26 de julho de 2012






Segurei em sua mão e saímos da sala, pois logo iriamos voltar para ter aula de teatro. Fui pegar as minhas coisas e perguntei a ele se iria matar aula:
- Não... aula de teatro parece ser interessante.
- Que bom. Fico feliz por você.
- Hum... - fechou a cara, pois eu falei com um tom o esnobando. - Você acaba de me jogar na cara o quanto eu sou irresponsável.
- Ah, é mesmo! - ele agarrou meu braço fazendo me encará-lo.
- Você fez de novo! Cadê a doce Euphi de 1 minuto atrás?
- Desculpe... - pedi sincera. - Não foi intenção. Acho que você está conhecendo o meu verdadeiro eu.
- Então você fingia o tempo todo?
- Bem... só na parte de irritabilidade não queria perder a sua amizade.
- Só amizade... - disse como se fosse uma pergunta.
- Não começa Castiel! - ele virou minha cara e me beijou de novo deixando-me irritada e corada. Peguei o que eu precisava na minha mochila fechei a porta do armário sem falar nada e sai andando.
- Ei! Vai me deixar no vácuo? - virei e dei a língua para ele de brincadeira. - Ora... sua... - e saiu correndo atrás de mim me agarrando pela cintura quando tentei correr. ( já mudou o rumo da história... eu desisto) Abraçou-me enquanto riamos e só um "ram... ram"  de alguém irritado. Quando viro-me vejo Nathaniel acompanhado da Aikka. Castiel o encarou ainda agarrado em mim e para provocá-lo deu-me um mega beijo na frente dele. Aikka ficou branca e depois corada. Eu também fiquei, jamais imaginei que ele faria algo do tipo.
- É assim que você é fiel a sua namorada? - debochou Nathaniel cruzando os braços.
- Da minha namorada cuido eu... mas sabe porque você perdeu a sua? - eu levei a mão na boca e arregalei os olhos chocada, balançando a cabeça negativamente para ele não dizer nada.
- Porque eu a excito mais do que você! - Ah! Diga-me que ele não disse isso! Eu fiquei vermelha, não roxa, não azul! Branca, um arco iris completo. Eu não sabia onde enfiar a minha cara e corri para o banheiro seguida por Aikka.
- Meu Deus! Como esse menino me mata de vergonha!
- Calma Euphi... os homens são assim... não tem freio na língua.- Ouvimos a discussão. Saímos e ambos estavam se pegando. Logo um monte de gente ficou em volta.
- Castiel para! - pedi entrando na frente dele. Ele ia socar o Nathaniel e parou o punho na frente do meu nariz. Quando tirei as mãos do rosto vi seu punho a uns 3 centímetros.
- Você é louca Euphi? Eu quase acerto o seu rosto!
- Eu não quero que você leve outra suspensão. - chorei.
- O que está acontecendo aqui? - indagou a diretora.
- Não aconteceu nada diretora! - gritou Aikka.
- Como não? Olha o estado do Nathaniel! - ele estava descabelado e com a blusa arregaçada até a metade do peito.
- Já resolvemos diretora. - falei choramingando. - Ninguém se machucou... então...
- Para a minha sala os dois! - gritou ela me ignorando. Eu corri e enfiei o ouvido na porta para espiar. A Aikka ficou aflita de eu ser pega. Eu pedi silêncio.
- Já estou farta de vocês dois brigando! O colégio Sweet Amoris não é só amor de eros é amor pelo seu próximo também.
- Diretora eu posso explica...
- Silêncio Nathaniel! Eu não terminei de falar! Não é porque o seu pai é o dono do colégio que eu vou passar a mão na sua cabeça! Você sabe muito bem disso. E você Castiel! É considerado o pior aluno do colégio! Não frequenta as aulas, suas notas estão cada vez mais baixas...
Ouvi um arrastar de cadeira e os protestos dela: - Castiel volte aqui! Eu ainda não terminei de falar com você!
Eu sai da porta e logo ela foi escancarada e batida por ele que olhou-me surpreso. Depois furioso foi andando para o pátio. Corri para falar com ele colocando-me na sua frente:
- Cast...
- Cala boca! - gritou. - Não me venha com esses grandes olhos verdes de pena! Saia da minha frente! - e eu o abracei. (e mudou de novo o rumo da fic) - Olha Euphi... eu... sei lá. Acho que sou muito perseguido aqui. - explicou com a voz envergonhada. Ele tinha vergonha por ser tão irresponsável, sempre ter que se virar sozinho.
Então a Jenna aparece e eu desgrudo dele. Ela correu preocupada ao ver o seu namorado triste:
- O que aconteceu Castiel?
- Não foi nada. - respondeu ríspido.
- Eu só estou preocupada não precisa ser tão grosso.
- Eu vou nessa. - disse saindo.
- Ah, não vai não. - agarrou o meu braço antes que eu escapasse.
- Castiel... ela é a sua namorada e não eu. - respondi tirando o meu braço e indo para a aula de teatro que já havia começado. Eles ficaram mais um pouco no pátio, Jenna tentando arrancar alguma coisa dele em vão. Então quando olhei para trás, vejo Castiel vindo para aula com Jenna agarrada em seu braço.
Abri a porta, o professor ainda se apresentava e eu sentei na cadeira seguida por eles.
- Ei atrasadinhos! - chamou o professor. - Venham aqui pra frente por favor.
- Para quê? - já rosnou Castiel.
- Quero usá-los como exemplos. A gente foi e ficamos parados esperando as ordens dele que aliás é bem esquisito. - Você menina de olhos verdes qual é o seu nome?
- Euphimea.
- Oh... galinha.
- Galinha? Que isso professor! 
- Sim, você parece um galinha. - Castiel caiu na risada da minha cara de estranhamento. E a sala inteira riu por conta da galinha. 
- E vocês dois?
- Castiel.
- Jennaah.
- O tigre e um patinho. - a sala inteira riu da minha amiga ser um patinho. - Os dois serão marido e mulher e a galinha a amante. 
- Ôh! Nononononono! Não vou ser amante coisa nenhuma não! - protestei já imaginando a zebra que aquilo iria dar.
- Ei, isso é só um exemplo, ok? Não é de verdade.  - eu fiz uma cara de isso é de verdade. - A cena é ele está chateado porque a patinho não o compreende e a galinha irá ajudá-lo.
- Por que será que isso é tão real? - indaguei de deboche mais para mim do que para ele. Ninguém entendeu nada. 
- Vamos lá comecem atuar. 1, 2, 3 é corta! 
- Corta? - indaguei confusa. - Não é ação?
- Ah! É mesmo, esqueci de tomar o meu remédio para memória. - e sentando numa cadeira ao fundo gritou com um megafone na mão que fez doer os nossos ouvidos. - Ação!
Fiquei no canto do pequeno palco que era mais um tablado e os dois começaram a contracenar. Parecia a continuação do que acabou de acontecer:
- Castiel eu quero lhe ajudar! - implorou.
- Você nunca está por perto quando preciso. E além do mais nem me conhece direito. 
- Mas se você me contar, quem sabe eu não posso ajudar?
- Hum... não estou afim de falar, ok? - ele se virou e a Jê ficou parada no canto. O professor pediu para ela deixar o palco a chamando com a mão e ela saiu. Eu fingia fazer alguma coisa. Virei-me surpresa para ele:
- Seu tigre... vejo que o seus olhos estão tristes.
- Não é nada. 
- Não fique assim... as coisas iram melhorar.
- Olha dona galinha... - e começou a dar risada. Ele não conseguia e virou para o professor indagando: - Não posso falar o nome dela não?
- É claro... que nãaaaooo! Você não pode mudar o script! Continue senhor tigre. 
- Por que você não quis ficar comigo? - indagou  segurando o riso. Logo seu rosto ficou sério, ele realmente disse aquilo de verdade, mas no momento eu não havia entendido. 
- Você sabe disso. A minha amiga o ama...
- Wow! - exclamou o professor. - A amante é amiga da esposa! Que interessante! Podem continuar.
- Isso não é desculpa. - argumento ele. - Os meus sentimentos por você não contam? - quando olhei para seus olhos estavam brilhantes e úmidos.
- Sim... eu sinto o mesmo... mas a minha amiga lhe ama tanto e eu estou namorando...
- Comigo. - disse Nathaniel se levantando. 
- Opá! Isso está ficando emocionante! - exclamou o professor de repente.- O loirinho é um canário! 
- Ela é minha namorada.
- Nós não estamos mais namorando... canário. - falei quase que me esquecendo e ia falar seu nome. 
- Mas por quê?
- Eu já lhe falei. Perdi a confiança em você. 
- Eu não tenho nada com a Melody. - insistiu. A Melody arregalou os olhos e se encolheu na cadeira. O professor ia falar alguma coisa, mas ficou calado para o desenrolar da história, pois esquecemos de atuar. 
- Estamos atuando fique sentado aí... canário. - zoou Castiel o empurrando de leve fazendo sentar na cadeira. Nathaniel fechou a cara e Aikka tentou acalmá-lo cochichando em seu ouvido.
- Se você terminou com ele, por que não fica comigo?
- Você é casado tigre... lembra? 
- O pior é que eu não quero magoá-la. 
- Hum... - exclamou o professor e olhamos para ele que deu de ombros. Voltamos a atuar, digo a fazer o que sempre fazíamos, mas em público. 
- E eu também não, ela é minha melhor amiga. - exagerei no drama. 
- Você sabe que eu te amo e não se esqueça disso.
- Eu também te amo. - disse para que a cena ficasse mais dramática, mas para a minha surpresa Castiel me beijou na frente de todo mundo. 
- Eeee corta! - gritou o professor. Mas ele continuou me beijando. - Ei... - ele se aproximou e ficou ali nos encarando com as mãos nos joelhos fazendo uma cara muito engraçada. Aquilo desconcentrou Castiel e ele olhou furioso para o professor, que estendeu a mão para dá um aperto. Quando fui apertar ele fez aquele velho truque de tirar a mão e apontar  com o polegar por cima dos ombros. - Hora de sentar! - cantarolou. - Vocês viram o que é improvisar. É quando o ator esquece das falas e ele faz algo que faça o que está contracenando ajudar a lembrá-lo dá suas falas.
Ele continuou da seu exemplo e de repente gritou: - Hora da descontração! - Ninguém entendeu nada e ficou olhando para a cara do outro. Napoleon respirou fundo e explicou: - Quando eu gritar é hora da descontração eu irei mandar vocês fazerem alguma coisa e terem que interpretar o que é, por exemplo se eu disse: Vocês são cães! Então fiquem de quatro latindo. Au, au. - ficou de quatro e latiu. - Entenderam?
-Sim! - exclamamos em couro. 
- Todos de pé... - obedecemos . - Agora todos são cariocas! 1, 2, 3... já!
Eu: - Pô meu irmão! Tu tá de caô comigo! - comecei.
Anny pra mim: - Não! O framengo perdeu "mermo"!
Alex: -  Sabe colé eu sai com mó gata! 
Jenna: - É "nóixxx" na fita!
Nathaniel: - Sabe "coé" você vira para a exxxquerda.
Linda: - Seu time é mó ruim! Não viaja! 
Tati: - Vamos pegar uma onda hoje?
Caroll: - Exxpere um pouco... ainda estou me maquiando.
Castiel: - Cada gata "nexxta" balada! Tá bombando!
Lysandre: - Muito show de bola! Tô curtindo pra "caramba".
Aikka: - O "busão" que eu peguei é o 433! Não pode ser o errado! 
Kelly: - Hoje é dia de "bater pernas"!
Drake: - É só 10 "real"! É de "real" leva hoje tá baratinho! 
Armin: - Olha o sanduíche natural! Quem vai querer é natural! 
Nina: - Titia Maria! Olha a Titia Maria! - fazendo a voz do brinquedo. - Pô "meirmão" "colé"!  
- Ok... ok... Voltei para os seus lugares eu já me divertir muito.
Ele continuou dar a aula e foi muito bom realmente. Eu precisa falar com a Jenna e quando todos saiam Castiel se levantou e chegou nela antes de mim.
- Jenna precisamos conversar... - ela olhou para ele tranquila como se nada estivesse a incomodando.
- Pode falar Castiel.
- Olha... é... não dá mais...
- Não dá? O quê?
- Ele está lhe dando o fora maninha! Ele não lhe quer mais! Isso é um bye-bye!
- É verdade isso... Castiel? Estamos terminando. - ele respirou fundo e a abraça-a sozinho, pois Jenna ficou parada. Ela abriu um mega sorriso pra ele e eu não entendi nada, mas seus olhos estavam umedecidos. Acho que jamais ela irá me perdoar. Eu tentei fazê-lo ficar com a Jenna... eu juro... mas foi mais forte do que eu. Também não sabia que iria amá-lo tanto que fez-me até esquecê-me que "namorava" o Jade.
E eu tinha um sentimento de infindável de solidão... mesmo tendo tanta gente a minha volta eu sentia-me só, mas com Castiel ele conseguia de alguma forma preencher esse vazio. Sem ele, minha adrenalina e minhas distrações, e tudo mais que eu havia reprimido começaram a me deixar impaciente. Eu não conseguia mais ver o fim se aproximando. 
Eu não prestava atenção mais nele  não havia nenhum conforto na presença dele, por causa dela e não fazia- me ser engolida pela dor. Eu juro que não queria que isso acontecesse, machucar a minha amiga daquela maneira. E Castiel além de insistir fisicamente, insistia em pensamentos.  Ela não me fez parar de gritar por dentro de tão culpada que fique. Se eu não estivesse naquele colégio Castiel seria o seu namorado. Então o buraco no meu peito estava pior que nunca. Eu achava que estava começando a controlá-lo, mas eu me pegava me curvando e sufocando por ar.  Minha melhor amiga implodia por minha enorme culpa. E sua dor piorou pelo jeito que a Nina disse. Eu chorei por ela... pela dor dela.
E não tinha coragem de dormir com ela naquela noite pedi para a Anny dormir na minha cama e eu na dela e esta aceitou sem problemas. 
Jenna saiu apressada tentei falar com ela, mas ignorou-me indo em direção ao portão atravessando o pátio quando de repente Leigh entra no colégio trombando com ela. 
- Jenna-kun desculpe. - pediu segurando-a nos ombros antes que ela cai-se de costas. Ela ergue os olhos pra ele. Leigh franziu a testa preocupado e corando, pois viu que ela estava triste. Castiel parou do meu lado com Anny e Ly. 
- O que o Leigh veio fazer aqui no colégio? - indagou a Anny.
- Eu não sei meu amor. - respondeu Ly. Nos aproximamos eu fiquei mais atrás. Temi de perder a amizade dela. Tudo por conta de Castiel, aquele imaturo! 
Leigh ficou um bom tempo olhando nos olhos azuis da Jenna e indagou para ela o que houve, ela corou e disse que não era nada. 
- Eu posso lhe fazer companhia se quiser ficar calada, por mim...
- Obrigada. - agradeceu abrindo um sorriso falso que era sustador. Ele pediu para ela esperar um pouco, pois precisava entregar o bloco de notas para o Lysandre.
- Aqui Lysandre o seu bloco que você esqueceu ontem na minha loja. - disse entregando pra mim. 
- Hã? Leigh eu não sou o Lysandre...
- Não? Então quem é você?- seu rosto estava muito vermelho.
- Ué... Euphimea-kun lembra? 
- Euphimea... ah! Oi! - e pegou as mãos da Anny.
- Eu não sou a Euphi eu sou a Anny! - gritou ela furiosa quase o chamando de retardado. 
- Ah! Oi Anny como vai meu irmão Ly?
- Ele está bem aqui do lado. - resmungou ela.
- Ah! É mesmo... aqui Ly o seu caderno. - disse entregando seu estojo de agulhas e alfinetes. Ly tinha uma gota gigante na cabeça e agradeceu tirando seu bloco do bolso dele.
- Obrigado. 
- De nada... hehe... vou indo nessa. - disse indo em direção o colégio. Ele estava completamente abobalhando eu nunca o vi assim. Jenna correu e o pegou pelo braço preocupada. Ao tocá-lo seu corpo se arrepiou como se tivesse tomado um choque e voltou sendo guiado por ela roxos de vergonha. Quando passaram pelo portão Anny gritou para seu namorado:
- Por que o seu irmão está tão retardado? 
- Meu... irmão... retardado. - respondeu pensativo. - Ah! Sim... quando ele se apaixona por uma garota fica meio perdido mesmo. 
- Ele não é assim com a Rosalya-kun!
- Ah... não... é só no começo mesmo. Quando não sabe se a garota está afim e isso só acontecesse quando ela aparece por perto. Se não estiver ele fica normal.
- E a Rosalya-kun? - indaguei preocupada. Ly virou-se levou um breve momento para me responder aquela lesma. 
- Estão terminando. Ainda não entendi direito o motivo. 
- Ela gostou dele. - respondeu Castiel se aproximando de mim percebendo tudo. - Acho que agora diminuiu um pouco o seu sentimento de culpa, não? 
- Não completamente... 
- Ah! Euphi deixa de bobagem! - brigou comigo me agarrando pela pulso e puxando-me para dentro da estufa, chega senti o músculo distender um pouco. 
- Ai, ai, ai. - reclamei e ele me soltou. Massageei-o e este pediu-me desculpas. - Por que ficou tão agressivo de repente. 
- Eu estou nervoso agora... 
- Ah... inseguro você quer dizer. - corrigi. Ele fechou a cara e cruzou os braços. Levou algum tempo para falar e quando corou disse: - Você quer namorar comigo?
Eu arregalei os meus olhos, corada. No meio daquela confusão toda havia me esquecido completamente de nós dois. Eu estava tão ocupada mentalmente me torturando que o meu dia ferozmente vazio não realmente
bateu em mim até que eu o vi indo embora. Eu só precisei olhar durante uns dois minutos para ele até cair a minha ficha. Não sabia o que responder, pois ao mesmo tempo que eu queria, eu não queria viver uma montanha russa de emoções com alguém imaturo, irresponsável e com problemas emocionais. (isso é verdade, precisa ter saco de elefante e não tem segurança) Ainda mais eu que sou uma pessoa impaciente.
- Mas você acabou de terminar o namoro...
- Caralho... - xingou e respirou fundo descruzando os braços e enfiando as mãos nos bolsos de sua calça preta larga.- Será que dá para você pensar um pouco em si mesma? Eu só quero um sim ou um não.
A sensação de inquietude foi crescendo ficava mais forte e aquela sensação de medo me dominava. Respirar começou a ficar mais difícil por causa da excitação. Era muito estranho. Quando nós eramos "amigos" parecia ser tão natural, mas... namorada oficial do Castiel era muito estranho. Ainda mais eu que não sou roqueira, porém gosto de algumas músicas (como já viram). 
Ele voltou a cruzar os braços na sua posição de fortaleza e bate o pé impacientemente esperando a resposta. E eu comecei a ficar nevosa e apertar os dedos, recuando alguns passos. 
- E então?
- Estou pensando...
- Como pensando?! Não é óbvio?! - eu tampei os ouvidos e fechei os olhos assustada, pois agora eu teria que enfrenta-lo em discussões e fazê-lo aceitar minha opiniões já que era machista. Não estava preparada para aquilo. 
- Por que me perguntou se eu queria namorar com você? - tentei enrolar.
- Porque... - corou e tentou não se irritar com a pergunta. - Você é imprevisível Euphi...
- Eu? Imprevisível? - (homens adoram desafios mentais U.U, tá no livro)
- E então... - forçou um sorriso, corado e ainda nervoso. Aquilo me deixou derretida e eu abri um sorriso para ele de volta.
- Sim. - eu respondi para o seu alivio. Ele levantou-me do chão com um abraço e rodopiou. Castiel estava se sentindo a pessoa mais feliz do planeta. - Sim! - eu repeti a palavra com grande satisfação enquanto sentia  naquele momento uma fascinante desordem de emoções passando pelo meu corpo em um segundo.
Ele colocou-me no chão e eu olhei para cara mais fofa do mundo. A testa franzida, o rosto corado, os olhos brilhando e úmidos, contendo-se para não chorar. Mas fui pega pelas minha próprias lágrimas, tão estranho... chorar sem vontade. Ele encostou a testa na minha quase derrubando o meu chapéu e eu toquei no seu rosto dizendo: - Finalmente juntos... depois de tanto tempo. - só se passaram dois meses, mas para mim parecia um eternidade. 

Ele não disse nada e me beijou para parar de falar. Eu dei uma rápida espiada e seu rosto parecia de dor... era para está feliz e não com aquela expressão no rosto. Acho que ele não conseguia aguentar tudo aquilo que sentia, era emoções demais para ele. Eu também estava assim. Minhas pernas começaram a tremer e quando ele acabou aquele beijo doce e apaixonado eu cai de joelhos sentando sobre os calcanhares.
- Você está bem... Euphi? - indagou preocupado aguaxando. Agora o meu choro era de dor. Tanto tempo eu havia segurado aquilo... aquela dor que eu costurei dentro de mim noites a fio, por dois meses. E agora parecia que ela havia rasgado meu peito ao meio. Castiel me abraçou dizendo para eu ficar calma enquanto meu corpo tremia. Ele beijou minha cabeça e encostou o rosto a cima da minha testa. 
- Eu te amo. - finalmente consegui dizer e aquilo aliviou meu peito. Ele me apertou mais ainda nos seus braços com a voz emocionada, mas não chorosa:
- Eu também... Euphi. 
- Eu sou culpada de lhe fazer sofre e me fazer sofre por todo esse tempo... - respirando fundo, pois isso sairia soluçado e ele não entenderia nada. 
- Para de se culpar. - pediu com uma leve irritação na voz. Respirei fundo e fui me acalmando aos poucos.
Castiel havia entrado aos poucos no meu coração imperceptível, discreto... e quando me dei conta eu já o amava. Quando eu comecei amá-lo? Não sei... e também não sei porquê. Ele não faz o meu tipo. Dizem que o amor é cego... mas eu não o amava por fora e sim por dentro, pois é assim que ele precisava ser amado e compreendido. Castiel estava me ensinando a amar naquele momento, afinal enfiada naquele colégio na marra para esse propósito. Ele se afastou me ajudando a enxugar as lágrimas com o rosto vermelho e a testa franzida. Seus olhos não estavam mais úmidos, apenas brilhantes levemente azulados quase como os olhos do professor Allan. Ajudou-me a levantar e abraçou-me mais uma vez. 
- Agora que somos namorados oficiais... - abriu um sorriso de malandragem fazendo-me entender outra coisa. - ... vou apresentá-la para o Nathaniel. 
- Ah... eu posso lhe dar um conselho e provavelmente você irá me odiar.
- Diga.
- Não faça isso... parece criança... deixa ele perceber por ele mesmo. - Castiel fechou a cara por eu ter lhe dito que era uma criança o quão imaturo era. Mas não disse nada, levando-me para o apartamento, pois já tinha passado a hora do almoço.     





Como não achei o Video de Armin Van Buuren ( por que será que esse nome me lembra alguém?) com Sophie Bextor com legenda eu coloco a letra a baixo:


Not Giving Up On Love (feat. Sophie Ellis Bextor) Armin Van Buuren
Não vou desistir do amor 

I know you're feeling restless
Like life's not on your side
It's weighing heavy on your mind

Sei que você está inquieto
A vida não está do seu lado
Está pesando na sua cabeça

But when we stand united
Our hearts they beat in time
And I know we'll make it all alright

Mas quando ficamos juntos
Nossos corações batem ao mesmo tempo
E depois eu sei que ficaremos bem

Let's bring it back to you and me
There's no one else around
Now don't get lost in gravity

Vamos voltar a nos concentrar em mim e você
Não há mais ninguém ao redor
Não se perca na gravidade

‘Cause I want you to hold me now
Nothing else matters
It's just the two of us
And if it all falls down
Nothing else matters
I know we're strong enough
Pois eu quero que você me abrace agora
Nada mais importa
Somos só nós dois
E se tudo desabar
Nada mais vai importar
Sei que somos fortes o bastante

I'm not giving up
I'm not giving up on us
I said im not giving up
I'm not giving up on love

Não vou desistir
Não vou desistir de nós
Eu disse que não vou desistir
Não vou desistir do amor 

Cause I feel it inside
Taking over tonight
I'll be there when the storm is breaking

Porque nós vivemos da mesma maneira
Não há cadeado sem chave
Não podemos negar que fomos feitos um para o outro

In this moment I'm yours
You can always be sure
That together we're gonna make it

Nesse momento eu sou sua
Você pode ter certeza
Que juntos, vamos conseguir

So baby won't you hold me now
Nothing else matters
It's just the two of us
And if it all falls down
Nothing else matters
I know we're strong enough

Então, baby, você não quer me abraçar?
Nada mais importa
Somos só nós dois
E se tudo desabar
Nada mais vai importar
Sei que somos fortes o bastante

I'm not giving up
I'm not giving up on us
I said im not giving up
I'm not giving up on love

Não vou desistir
Não vou desistir de nós
Eu disse que não vou desistir
Não vou desistir do amor

Hold me now
Nothing else matters
It's just the two of us
And if it all falls down
Nothing else matters
I know we're strong enough

Me abrace agora
Nada mais importa
Somos só nós dois
E se tudo desabar
Nada mais vai importar
Sei que somos fortes o bastante

I'm not giving up
I'm not giving up on us
I said im not giving up
I'm not giving up on love 

Não vou desistir
Não vou desistir de nós
Eu disse que não vou desistir
Não vou desistir do amor



         

  






{ 7 comentários... read them below or Comment }

  1. Esse professor de teatro é hilario e adora ver o circo pegar fogo hahahahha

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  2. kkkkkkk o prof e mt doida ama drama e q a euphi se ferre,ownn cast e euphi, devia fazer mais drama mas no fim fica com o cast! AGUARDANDO O NOVO CAPITUO)

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  3. rs. tbm achei ele divertido... amei o final, so quero ve a cara do nath...

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  4. a foto do começo é a do Sebastian do anime kuroshitsuji (acho que tá certo e.e)

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  5. eu chorei rindo d confusão graças ao prof. d teatro, o pior foi o Leigh td perdido pior q o irmão(teria rolado rindo, mas aí eu cairia d cadeira), e a imagem, pq teu cabelo ta azul Euphi?

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  6. Eu adoro amor doce é demais eu jogo todos os dias e muito anciosa pelo dia eu que o castiel me beijar lol...<3 <3 <3

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Por favor não me cobrem quando irei postar.
E por favor respeitem as opiniões e não comentem coisas que podem ser construtivas, pois elas soam como critica.
Obs: Essa ideia é protegida pela lei 9610 de 19/02/1998, qualquer cópia ou rescrição da mesma como plágio, repete a punição conforme consta em lei.
Ou seja, eu sou a criadora, eu sou a única dona.

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